sexta-feira, 16 de outubro de 2015



As sessões da Zen Terapia Online é realizada através do Skype ou de uma sala virtual privada. Elas acontecem tanto em uma consulta pontual como se você quer começar um processo.

Por que escolher fazer terapia online? 

  • Permite que você receba aconselhamento na comodidade da sua casa ou escritório.
  • Você pode ficar, de certa forma, anônimo.
  • Você pode ter suas sessões terapêuticas enquanto viaja.
  • Você pode começar a fazer terapia de qualquer lugar do mundo.
  • Se você tem dificuldade de horários para estar presente no consultório,  se você tem dificuldade de locomoção, se você mora distante geograficamente.

É bom para que situações?

  • Estresse
  • Ansiedade
  • Aprender a acalmar os pensamentos negativos
  • Técnicas de relaxamento da mente e do corpo
  • Limites saudáveis nas relações pessoais (aprender a dizer NÃO e resolver conflitos), etc...
O que é necessário para fazer a Zen Terapia Online?
  •  Vontade de ser feliz.
  • Disciplina verdadeira, sua para com seu compromisso.
  • Coragem para quebrar paradigmas sociais, morais, pessoais e outros.
  • Interesse em aprender novas ferramentas para melhorar sua visão do mundo e da vida.
  • Querer muito, muito mesmo realizar seus sonhos e projetos pessoais.

Características

É um tipo de assistência à distância com uma popularidade crescente que usa a tecnologia da informação e comunicação para oferecer um espaço de atendimento personalizado, efetivo e mais flexível.


A Zen Terapia foca em trabalharmos juntos para melhorar a sua qualidade de vida hoje. Não é necessário longos períodos de tratamento. O processo todo se resume a entre 10 e 15 consultas.

Utilizaremos Autoconhecimento, Aconselhamento Metafísico, Reiki, Radiestesia, Meditações, Relaxamentos, Cromoterapia, etc., segundo a necessidade de cada paciente.

Podem ser abordados vários temas como estresse, conflitos familiares, solidão, baixa autoestima, angustia, medos, ansiedades, depressão, etc. Todos nós procuramos, em algum momento, algum tipo de mudança em uma situação que nos incomoda.


Videoconferência: 

Nós nos encontramos no horário e dia marcados, nos vemosnos escutamos e falamos em tempo real por câmera e microfone. A duração de cada sessão é de 1 hora e a frequência é 1 vez por semana, utilizando sempre o Skype ou uma sala virtual privada. 

Caso seu coração tenha se sentido bem com esta ideia, entre em contato, diga: "eu quero participar, agora"; e deixe o universo conspirar a seu favor. Se você está em harmonia, sintonizado em paz, em paz você ficará. Eu sei como te ajudar nessa sintonia.
   
Sabemos que existem muitos caminhos, e eu posso ser um deles.
Você é o único responsável por sua felicidade, e estou disposta a te ajudar.


¿Como faço para pedir uma consulta?

1.   Escreva-me um email para falecomcristal@gmail.com detalhando  brevemente o motivo da sua consulta.
2.   Eu te responderei, enviando um formulário de admissão e os dias disponíveis. 
3.   Marcaremos um dia e horário para a nossa sessão e os detalhes para encontrar-nos.



Grande beijo de luz no seu coração!






Zen Terapia Online

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Nós temos o costume de pensar que o valor e a capacidade de uma pessoa é equivalente ao julgamento de valor de valia de uma pessoa. Mas toda a autoestima que é resultado dessa identificação é como um castelo de areia que pode se destruir a qualquer momento com a chegada de um onda ou um vento mais forte. Caso sua próxima ação é julgada como equivocada, estúpida ou incompetente, a pessoa pode chegar a se considerar “pouco digna”.
Se conseguirmos uma aceitação incondicional do Self fundamental, o valor de uma pessoa é indiscutível.  O indivíduo e seus padrões de comportamento aprendidos e praticados ou crenças não são a mesma coisa. Toda e qualquer pessoa é falível e propensa a cometer “erros”, pois é a única maneira de aprender com a experiência.
Quem de nós já não se sentiu vulnerável, inseguro e “obrigado” a responder às expectativas de alguém, de alguma situação ou estereotipo? Quem de nós já não sentiu a necessidade de ser aprovado, necessidade de fazer parte, necessidade de ser aceito e com isso passa a assumir uma postura, um pensamento, uma forma de ser “adequada” aos valores de outros?
A auto aceitação incondicional é uma forma mais realista e consciente de respeito a nós mesmos, enquanto que a autoestima está mais baseada na aprovação dos “outros”. Considerar a essência de uma pessoa como “inaceitável” é insistir que esse alguém deve ou deveria ser diferente da forma que realmente é e isso é essencialmente irracional.
Veja a seguir algumas crenças que são colocadas em nós desde pequenos e que acreditamos com verdades absolutas. Essas crenças e outras mais nos limitam e colaboram para o nosso mal estar, doenças e neuroses.
- É vital que a pessoa seja amada e aprovada por todos que a conhecem. Essa é uma meta inalcançável e quando a pessoa se esforça para isso, é mais insegura e infeliz. Melhor é não se sacrificar nos próprios interesses e desejos com a intenção de ser admirado, mas sim esforçar-se para expressá-los com criatividade e espontaneidade.


- A pessoa deve ser perfeitamente competente, adequada e com conquistas que valham a pena. Outra meta inalcançável que conduz a pessoa a esforçar-se compulsivamente por resultados porque mantem o medo do fracasso que a paralisa na tentativa de qualquer coisa nova.  Melhor se esforçar para sentir-se plenamente vivo, fazer bem as coisas para o seu próprio bem estar em lugar de fazer melhor que os outros, desfrutar das atividades em lugar de ficar focado nos resultados e manter-se atento em aprender em lugar de buscar a perfeição.


- As pessoas que fazem mal, devem ser más.  Os atos “maus” são resultado de ignorância ou desequilíbrio emocional e todos os seres humanos somos falíveis e cometemos “erros”. Culpar e castigar não faz com que a pessoa seja menos ignorante, esteja mais bem informada ou tenha um comportamento menos neurótico. Melhor aceitar nossos “erros” e tentar entender o que causou esse comportamento; não deixar que isso se converta em uma catástrofe. Entendido e aceito o ocorrido, buscar a forma de fazer melhor da próxima vez. Quem de nós nunca cometeu um “erro” e depois fez melhor? Isso significa que somos maus?


- Não posso aceitar que as coisas não sejam da forma como eu quero que sejam. Essa é a síndrome da criança mimada. Se o pneu do carro fura, já começa o drama. O resultado disso é uma intensa irritação e estresse. Porque não evitar o exagero das situações desagradáveis e trabalharmos para melhorá-las ou aceita-las caso não possamos melhorá-las?


- A infelicidade é causada por circunstâncias externas. É comum enxergarmos    que alguém pouco amável, alguém que nos rejeita ou nos incomoda seja a causa da nossa infelicidade. Atribuir nossa infelicidade aos acontecimentos é uma forma de evitar a realidade. Na prática, a infelicidade se produz pela forma como interpretamos os acontecimentos. Você tem um controle muito limitado sobre os outros, mas é capaz de um controle enorme sobre suas avaliações emocionais. Muita gente acredita que não tem esse controle e que estão indefesos, mas na verdade, nós podemos controlar a forma como interpretamos e respondemos emocionalmente a cada acontecimento de nossa vida.


- Tudo o que é desconhecido ou incerto, é motivo de preocupação. O medo e a ansiedade nos mostram incerteza e acabamos imaginando um cenário de catástrofe e nos dificulta ver soluções ou caminhos sem que o fato nos pareça uma ameaça. Preste atenção a tudo de desconhecido ou incerto que vc já viveu até hoje. Se olharmos para o desconhecido e lhe damos a oportunidade de se mostrar, pode chegar a ser algo muito interessante e inclusive muito bom. Com relação à incerteza, você sabe o que vai acontecer dentro de 5 minutos? Como os próximos 5 minutos é incerto, vc vai deixar de viver por isso? A própria vida é incerta... nunca sabemos nada... permita-se viver simplesmente... sem medo.


- É mais fácil evitar as dificuldade da vida do que enfrenta-las. Evitar, esconder, adiar, são muito mais difíceis do que simplesmente enfrentar e resolver. Além disso, também nos conduz à falta de confiança em nós mesmos e o gasto de energia para evitar é muito maior do que para resolver. As dificuldades aparecem para ajudar-nos a sermos melhores, a crescermos, amadurecermos, entender melhor as coisas, ampliar nossa percepção dos fatos da vida. Enfrentar, é colocar-se frente à aquilo que incomoda... olhar de frente e aprender, perceber, decidir. Isso nos dá poder interior e confiança em nossos talentos.


- Necessito alguém mais forte que eu para confiar. A dependência gera perda de individualidade e de nossa livre expressão. Essa atitude conduz à insegurança, pois vc ficará à mercê dos valores, crenças e caprichos do outro. Você não precisa se negar a pedir ajuda e aceita-la quando isso se faz necessário, mas pode lutar por sua independência e assumir a responsabilidade por suas escolhas, reconhecendo os riscos. Você é forte o suficiente para você mesmo e até para ajudar a outras pessoas. Confie!


Em regra geral, nós não paramos para nos observar, não reconhecemos nosso verdadeiro sentir na vida cotidiana.

Passe um tempinho com você mesmo... se olhando e se vendo... se permitindo...
Estou preparando uma meditação guiada para você... em uma próxima postagem eu colocarei o áudio da meditação para você aqui em uma nova postagem falando um pouquinho mais sobre a auto consciência. 
Gratidão pela companhia!

Um grande beijo de muita luz no seu coração!

Auto consciência


    "A doença psicológica do medo não está presa a qualquer perigo imediato concreto e verdadeiro. Manifesta-se de várias formas, tais como agitação, preocupação, ansiedade, nervosismo, tensão, pavor, fobia, etc. Esse tipo de medo psicológico é sempre de alguma coisa que poderá acontecer, não de alguma coisa que está acontecendo neste momento.
    Você está aqui e agora, ao passo que a sua mente está no futuro. Essa situação cria um espaço de angústia. E, caso estejamos identificados com as nossas mentes e tenhamos perdido o contato com o poder e a simplicidade do Agora, essa angústia será nossa companhia constante. Podemos sempre lidar com uma situação no momento em que ela se apresenta, mas não podemos lidar com algo que é apenas uma projeção mental. Não podemos lidar com o futuro.
    Além do mais, enquanto estivermos identificados com a mente, o ego regerá as nossas vidas. Por conta da sua natureza ilusória e apesar dos elaborados mecanismos de defesa, o ego é muito vulnerável e inseguro e vê a si mesmo sob constante ameaça.
    Esse é o caso aqui, mesmo que o ego seja muito confiante, em sua forma externa. Agora, lembre-se de que uma emoção é a reação do corpo à mente. Que mensagem o corpo está recebendo permanentemente do ego, o falso eu interior construído pela mente? Perigo está sob ameaça. E qual é a emoção gerada por essa mensagem permanente? Medo é claro.
    O medo parece ter várias causas. Tememos perder, falhar, nos machucar, mas em última análise todos os medos se resumem a um só: o medo que o ego tem da morte e da destruição. Para o ego, a morte está bem ali na esquina. No estado de identificação com a mente, o medo da morte afeta cada aspecto da nossa vida. Por exemplo, mesmo uma coisa aparentemente trivial ou “normal”, como a necessidade compulsiva de estar certo em um argumento e demonstrar à outra pessoa que ela está errada, acontece por causa do medo da morte.
    Se estivermos identificados com uma atitude mental e descobrirmos que estamos errados, nosso sentido de eu interior baseado na mente correrá um sério risco de destruição. Portanto, assim como o ego, você não pode errar. Errar é morrer. Muitas guerras foram disputadas por causa disso, e inúmeros relacionamentos foram destruídos.
    Uma vez que não estejamos mais identificados com a mente, não faz a menor diferença para o nosso eu interior estarmos certos ou errados. Assim, a necessidade compulsiva e profundamente inconsciente de termos sempre razão -o que é uma forma de violência – vai desaparecer.
    Você poderá declarar de modo calmo e firme como se sente ou o que pensa a respeito de algum assunto, mas sem agressividade ou qualquer sentido de defesa. O sentido do eu interior passa a se originar de um lugar profundo verdadeiro dentro de você, não mais de sua mente.
    Tenha cuidado com qualquer tipo de defesa dentro de você. Está se defendendo de quê? De uma identidade ilusória, de uma imagem em sua mente, de uma entidade fictícia. Ao trazer esse padrão à consciência, ao testemunhá-lo, você deixa de se identificar com ele. À luz da sua consciência, o padrão de inconsciência irá se dissolver rapidamente.
    Esse é o fim de todos os argumentos e jogos de poder, tão prejudiciais aos relacionamentos. O poder sobre os outros é a fraqueza disfarçada de força. O verdadeiro poder é interior e está à sua disposição agora.
    A mente procura sempre negar e escapar do Agora. Em outras palavras, quanto mais nos identificamos com as nossas mentes, mais sofremos. Ou ainda, quanto mais respeitamos e aceitamos o Agora, mais nos libertamos da dor, do sofrimento e da mente.
    Se não quer gerar mais sofrimento para você e para os outros, se não quer acrescentar mais nada ao resíduo do sofrimento do passado que ainda vive em você, não crie mais tempo, ou, pelo menos, não mais do que o necessário para lidar com os aspectos práticos da sua vida. Como deixar de criar tempo?
Tendo uma profunda consciência de que o momento presente é tudo o que você tem.
    Faça do Agora o foco principal da sua vida. Se antes você se fixava no tempo e fazia rápidas visitas ao Agora, inverta essa lógica, fixando-se no Agora e fazendo visitas rápidas ao passado e ao futuro quando precisar lidar com os aspectos práticos da sua vida.
    Diga sempre “sim” ao momento atual."

 Por Eckhart Tolle (fonte: Humaniversidade)

Por que temos medo?

terça-feira, 26 de maio de 2015

A NATUREZA DO EU NÃO-LOCAL

– Meu letrado filho, o que é que não pode ser ouvido mas torna possível a audição, que não pode ser visto mas torna possível a visão, o que não pode ser conhecido mas torna possível o conhecimento, que não pode ser imaginado mas torna possível a imaginação?
Svetaketu ficou perplexo e em silêncio.
O pai disse então:
– Quando conhecemos uma única partícula de argila, todos os objetos de argila são conhecidos. Quando conhecemos um grânulo de ouro, todos os objetos de ouro são conhecidos. A diferença entre uma joia de ouro e outra jaz apenas no nome e na forma. Na verdade, todas as jóias são apenas ouro e todos os potes são apenas argila. Você é capaz de me dizer, meu filho, qual é a coisa que quando conhecida possibilita que tudo seja conhecido?
Svetaketu respondeu:
– Que pena, meu mestre não me conferiu esse conhecimento. O senhor o fará?
– Muito bem – respondeu Uddalaka. – Vou lhe ensinar.
“O universo inteiro é uma única realidade e essa realidade é a consciência pura. A consciência pura é a existência absoluta. É o Um que não é seguido por um Segundo. No início o Um disse para si mesmo: ‘Vou me diversificar e me converter nos muitos, tornando-me assim todos os que vêem e todo o cenário.’ O Um penetrou nos muitos e se tornou o Eu de cada um. Os seres de todas as coisas são o Um e este Um é a essência sutil de tudo o que existe. É o que você é, Svetaketu.
“Dessa mesma maneira, as abelhas fabricam o mel a partir do néctar de numerosas flores, mas depois que o mel é fabricado, o néctar não pode dizer: ‘Sou desta ou daquela flor’. Assim, quando você se funde com o seu eu não-local, se torna uno com o eu de tudo o que existe. Esse é o verdadeiro eu de tudo, e Svetaketu, é o que você é.”
– Esclareça-me mais, meu pai – o jovem replicou.
Uddalaka fez uma pausa  antes de falar.
“O rio Ganges corre para o leste. O rio Indo corre para o oeste. No entanto, ambos finalmente se tornam o mar. Depois de vir a ser o mar, eles já não pensam: ‘Eu sou o Ganges’ ou ‘Eu sou o Indo’. Do mesmo modo, meu filho, tudo o que existe tem origem no eu não-local e este eu é a essência mais sutil de todas. Ela é o verdadeiro eu. É o que você é, Svetaketu.
“Quando o corpo definha e morre, o eu não morre. O fogo não pode se queimar, a água não pode se molhar, o vento não pode se secar, armas não podem se destruir. Isto está por nascer, não tem início ou fim. Está além dos limites de tempo e espaço, permeando todo o universo. Svetaketu, é o que você é.”
– Ilumina-me mais, meu pai – retrucou Svetaketu entusiasmado.
– Traga-me um fruto da árvore nyagrodha – Uddalaka disse.
Svetaketu trouxe o fruto.
– Abra-o.
Svetaketu obedeceu.
– O que você vê, meu filho?
– Pequenas sementes, meu pai.
– Parta uma agora.
Svetaketu partiu a pequena semente.
-O que você vê, meu filho?
– Vejo que nada mais resta, meu pai.
– Isso que você não vê é a essência sutil, e toda a árvore nyagrodha nasce dela. Da mesma maneira, o universo brota a partir do eu não-local.
Finalmente, Uddalaka pede a Svetaketu que coloque um cubo de sal dentro de um balde de água. No dia seguinte, o sábio pediu ao filho que lhe devolvesse o cubo de sal.
– Não posso devolvê-lo – respondeu o jovem – Ele se dissolveu.
Uddalaka pediu ao filho que provasse a superfície da água.
-Diga-me como ele está?
– Salgada, meu pai.
– Prove no meio e veja como ela está.
– Salgada, meu pai.
– Prove no fundo e me diga como ela está.
– Salgada, meu pai.
– Assim como o sal está localizado no cubo e disperso na água, o seu eu também está simultaneamente localizado no seu corpo e permeando todo o universo.
“Meu querido filho – disse Uddalaka. – Você não percebe o eu no seu corpo, mas sem ele suas percepções não seriam possíveis. Não podemos conceituar o eu, mas sem ele, a conceituação não seria possível. No entanto, quando nos tornamos o eu e vivemos a partir do nível desse eu não-local, nós nos conectamos a tudo o que existe, porque o eu é a origem de tudo o que existe. Verdade, realidade, existência, consciência, o absoluto – independentemente de como o chamarmos, ele é a realidade suprema, a base de toda a existência. E é o que você é, Sevetaketu.
“Viva a partir desse nível, Svetaketu, e todos os seus desejos se tornarão realidade, porque a partir desse nível eles não serão apenas os seus desejos pessoais; estarão alinhados com os desejos de tudo o que existe.”
Svetaketu praticou tudo o que havia aprendido e tornou-se um dos grandes videntes da tradição vedântica.

Essa história é extraída de um dos mais importantes textos vedânticos, o Upanishad Chandogya. (Fonte: http://estaremsi.com.br/)


A NATUREZA DO EU NÃO-LOCAL

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015



Os sábios da Índia Antiga decidiram criar, há milênios, uma forma lúdica de transmitir Sabedoria Divina e Autoconhecimento que refletisse a vida diária das pessoas para ajudá-las na superação de obstáculos e desafios da vida.
Desde essa época, o Maha Lilah tem sido transmitido de pessoa a pessoa com o intuito de despertar cada ser humano que estiver disponível para ser auto consciente de sua própria história.
Hoje em dia, percebemos que os mesmos conflitos da época ainda existem dentro de nós. As pessoas perderam o brilho e a alegria de viver cada dia, a liberdade necessária para ser feliz e a cada dia estamos mais desconectados da natureza em troca de uma rotina programada.
O Maha Lilah tem a finalidade de resgatar a autoconsciência nas pessoas, para que cada um volte a brilhar em Consciência Plena de sua história aqui na terra.
O objetivo do Maha Lilah é que você compreenda o seu caminho pessoal, a sua real vida. 
Quando alguém busca o autoconhecimento, precisa ter paciência para observar as relações e inter-relações das mensagens das casas com as nossas expressões perante a vida em ação.
Caminhando pelo tabuleiro e percorrendo os oito níveis de evolução do jogo, conseguimos entrar em contato com o nosso Ser Interno e Ele nos dará as respostas que precisamos saber.

A Maha Lilah é um espelho de expressão.

Para expressar nossa alma neste espelho é necessário conectar o pensar com o sentir no fazer. Conseguir compreender a permanente transformação de TUDO QUE HÁ, sabendo que
nossa única competição real é com o TEMPO de que dispomos para realizar na Terra a evolução da alma em corpo físico, pois com certeza ISTO TAMBÉM PASSARÁ. Somos responsáveis por tudo que nos acontece. A medida que vamos nos conscientizando disto, naturalmente melhoramos a qualidade de nossas expressões e ações na vida Real, material e temporária.



Venha conversar com o Seu Interior e se surpreender com tudo o que você pode descobrir sobre você mesmo.

Atendimento em grupo: Acompanhe a nossa agenda

Atendimento individual presencial ou online: falecomcristal@gmail.com



Maha Lilah e Autoconsciência

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015


Eu acabei de ver um filme indicado por uma amiga da Espanha. Não pude deixar de compartilhar com você que me acompanha, pois esse filme me fez pensar sobre como estamos vivendo, sobre em que estamos nos transformando...
O filme conta a história de um mundo perfeito onde se supõe que todos são felizes, pois foram erradicadas todas as diferenças e todas as possíveis causas de dissidência. As pessoas vivem em uma sociedade perfeitamente desenhada e controlada. Foi designado a acada um uma profissão (missão) que a comunidade considera conveniente às suas habilidades e aptidões. As emoções e, inclusive, as cores foram esquecidas. Jonas (Brenton Thwaites), um jovem adolescente é escolhido para uma profissão peculiar e secreta: Receptor de Memórias. É treinado por um ancião chamado "O Doador" (Jeff Bridges), pois ele conserva todas as memórias do mundo anterior, para ajudar aos sábios caso eles se encontrem diante de algum problema para o qual eles não tenham experiência.
É assim como Jonas descobrirá a dor, a tristeza, a guerra e todas as outras duras verdades que conformam nossa realidade... mas ao mesmo tempo também tem acesso a todas essas coisas maravilhosas que nos fazer seres humanos, destacando entre elas o amor.
Jonas percebe o absurdo da sociedade onde vive. Descobre como é controlada a natalidade através do assassinato de recém nascidos no hospital e se vê obrigado a fugir da comunidade com um bebê para salvá-lo da morte. Enfrentando essa nova realidade, ele deve tomar decisões fundamentais que podem mudar seu futuro e o de todas as pessoas que o rodeiam.
Eu os convido a uma séria reflexão: Como você está vivendo? Em que você está se transformando? O que você está aceitando como verdade sem questionar? Até que ponto você está sendo subjugado a uma série de crenças e valores que não te pertencem e que são colocados a você de uma forma subliminar? Veja o filme e depois comente comigo o que você achou!!!
Espero que você goste do filme tanto como eu gostei!!!!
Feliz dia e um grande beijo de muita luz no seu coração!








Como você está vivendo? Em que você está se transformando?

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Todos nós já sentimos ansiedade alguma vez na nossa vida. É uma reação normal diante de certas circunstâncias que podem representar um perigo para nós e o nosso sistema de sobrevivência está tentando nos proteger.
El é muito útil se, por exemplo, caminhamos à noite em uma rua perigosa. A ansiedade serve para nos deixar mais atentos, em estado de alerta. Outro exemplo é quando temos um exame importante, pois a ansiedade nos motiva a estudar melhor.
Existem muitos exemplos do nosso dia a dia nos quais a ansiedade é muito natural e inclusive útil. Mas também existem muitas ocasiões nas quais uma pessoa sente uma ansiedade muito intensa e, em lugar de ajuda-la a sobreviver, a está afetando e impedindo de funcionar na sua vida de forma positiva. É nesses casos que falamos dos transtornos de ansiedade e já é tempo de começar a aprender a eliminar essa ansiedade.
A principal característica de um transtorno de ansiedade é quando ela é causada por um medo irracional, ou seja, esse medo não tem sentido que esteja aí e está interferindo na vida normal da pessoa.
Los transtornos de ansiedade mais comuns são:

  •  Transtorno de Ansiedade Generalizada: caracteriza-se por uma ansiedade crônica, não muito intensa, mas que mantém a pessoa constantemente preocupada com assuntos de sua vida como financeiros, sua saúde, as relações pessoais e de trabalho. Estas preocupações são infundadas e, geralmente, levam-na a ficar irritadas, com tensão muscular, com dificuldade para dormir e dificuldade de concentração.

  •  Síndrome do Pânico: acontece em pessoas que apresentam episódios de pânico intenso, sem nenhuma razão aparente e em lugares ou situações totalmente inesperados. Esses episódios são conhecidos como ataque de pânico ou ataque de ansiedade. O sistema de alarme do organismo é ativado e a pessoa começa a sentir um medo intenso e uma sensação de que vai morrer, ao mesmo tempo em que tem reações físicas como taquicardia, dificuldade de respirar, náuseas, suor exagerado nas mãos e formigamento nos braços e pernas. A síndrome do pânico pode desencadear uma agora fobia, pois desenvolve o medo de sair de casa por imaginar que pode ter um ataque de pânico na rua e não ter quem a ajude.

  •  Agora fobia: é um medo de estar em lugares ou situações nas quais seria difícil escapar, ou onde a pessoa sente que ninguém a ajudaria se chega a ter um ataque de pânico. É bastante comum o medo de ir a shopping, supermercado, cinema, elevador, estradas, etc. O corre também o medo de ficar sozinho(a) em casa. Há momentos que a pessoa se sente mais tranquila se está acompanhada por alguém de sua confiança.



  • Fobia social: as pessoas com fobia social tem um medo intenso de estarem em situações sociais como festas, reuniões, cursos, etc. Qualquer situação onde a pessoa sinta que está exposta a críticas e a ser julgada pelos demais. Geralmente essas pessoas tendem a evitar qualquer tipo de interação social e acabam se isolando.





  •      Estresse pós-traumático: muitas pessoas que viveram experiências traumáticas como acidente, uma violação, um sequestro, uma guerra ou um terremoto, continuam sentindo o terror que sentiram no evento mesmo depois de muito tempo que tenham ocorrido. Elas têm pesadelos, lembranças repetitivas do evento, revivem a situação e o medo em sua mente como se estivesse ali novamente, medo que lhes aconteça algo de novo, perda do interesse nas atividades, falta de concentração e irritação.


  •  Transtorno obsessivo compulsivo: a obsessão refere-se a um pensamento repetitivo que não tem sentido, mas que continua aparecendo na mente da pessoa. A compulsão refere-se a uma conduta repetitiva que geralmente está alimentada pelo pensamento obsessivo. Esta conduta tem o objetivo de reduzir a ansiedade gerada pelo pensamento. Um exemplo comum é o de uma pessoa que tem que verificar várias vezes se fechou bem a porta antes de sair.




Todos nós apresentamos alguns comportamentos "estranhos" uma vez ou outra. Temos momentos emocionais variados, de transições e crises. Todos nós temos alguns medos ilógicos, algumas ideias intrusas em nossa consciência e estados de ansiedade mais intensos. Os sintomas são patológicos quando essas situações dominam a nossa vida mental, quando o sofrimento emocional passa a dominar nossa vida e nos impede de ter outras experiências, nos tirando a liberdade e nos deixando paralisados e sofrendo.

O Reiki, o Aconselhamento Metafísico, a Radiestesia, a Cromoterapia, a Auriculoterapia, etc, podem ajudar e muito no tratamento desses transtornos. Venha falar comigo e saber como eu posso te ajudar.
Veja a agenda de eventos!



Ansiedade e seus Transtornos

sábado, 20 de dezembro de 2014


Muitos de nós que vivemos na cultura ocidental, desenvolvemos, de forma predominante, as funções racionais que usa o hemisfério esquerdo do cérebro e, como consequência disso, inibimos as funções psíquicas que correspondem ao hemisfério direito. Por tanto, somos mais racionais e menos perceptivos e intuitivos.
Na nossa cultura a intuição, a imaginação, a subjetividade e o sexto sentido não são formas válidas de obter conhecimentos e, por isso, acabamos reprimindo essas habilidades desde a nossa infância. A consequência disso é que não desenvolvemos de forma adequada as funções que poderíamos realizar com o hemisfério direito do cérebro, entre elas está a Radiestesia.
Todos temos um sexto sentido e uma capacidade potencial para ter sensações extra-sensoriais, mas uma grande parte da população nunca chega a desenvolvê-las de forma significativa.

As pessoas que desenvolveram o hemisfério direito do cérebro adequadamente tem o “dom” para praticar a Radiestesia. Mas, mesmo assim, a Radiestesia tem que ser aprendida e requer treinamento e perseverança para seu domínio total com a finalidade de captar radiações emitidas por nós mesmos e por outros corpos e formas de energia que nos rodeiam.
A Radiestesia facilita detectar conscientemente o que é inconsciente e que se consegue com a intuição e o sexto sentido.
Tudo o que existe, incluindo o pensamento, é uma forma de energia. Nosso corpo reage a essas energias criando nossas doenças físicas, emocionais e mentais. A Radiestesia e a Radiônica nos ajuda, terapeuticamente falando, a analisar e tratar as doenças e fragilidades que afetam tanto os seres humanos, como os animais, as plantas e o nosso entorno.

A Radiestesia é a sensibilidade para psíquica às radiações sutis de frequências vibracionais, ou seja, ela se utiliza dessas frequências vibracionais inconscientes para obter dados conscientes.  Buscamos uma ressonância entre as energias do paciente e as energias do radiestesista.
Tendo esses dados conscientes, podemos utilizar a Radiônica para transmitir o equilíbrio dessas energias em desequilíbrio, ajudando o paciente a sanar as suas dores físicas, emocionais e mentais.
Em janeiro haverá um curso de Radiestesia e Radiônica que durará 3 meses com aulas uma vez por semana de duas horas.

Venha aprender também a desenvolver o seu lado direito do cérebro!
Para maiores informações clique aqui.

Visite a agenda!



Radiestesia e Radiônica





Comece o ano de 2015 aprendendo a canalizar essa energia. Comece 2015 cuidando mais de você e de quem você ama. Comece 2015 com a possibilidade de um novo trabalho como terapeuta Reiki.

Cursos para o mês de janeiro de 2015 (clique nos cursos de seu interesse para saber mais detalhes)




O Reiki repara necessidades energéticas: desbloqueia os canais energéticos, traz mais energia onde o fluxo é menor ou redistribui energia presa em algum local para o restante do corpo através do desbloqueio. Também permite o balanço de chakras e limpeza da aura. Esta energia pode ser usada para limpar ambientes, objetos, cristais e energiza-los ao mesmo tempo. 

Reiki não tem idade, sexo nem crença religiosa. 



Para mais detalhes, visite a agenda





ॐ Reiki Energia do Universo ॐ

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O Maha Lilah é um jogo de tabuleiro, de origem milenar, criado a partir da sabedoria de textos sagrados da Índia antiga (os Vedas). O nome significa “Brincadeira Suprema” e tem a finalidade de resgatar a autoconsciência para que cada um volte a brilhar em consciência plena de sua vida. É um instrumento terapêutico que desperta o autoconhecimento. É capaz de acessar conteúdos inconscientes, de mudar nossas atitudes, pensamentos e até mesmo posturas em relação à vida. O jogo nos ajuda a clarear escolhas, mostrando novos caminhos para obter melhores resultados. 


O Maha Lilah ajuda a reconhecer que você é o herói na sua jornada e de forma lúdica você vai descobrindo suas facilidades e bloqueios durante sua vida. 
O dado simboliza a sua bússola nessa viagem interna.

O Maha Lilah é um portal para acessarmos nosso interior e sentirmos como a Existência está sempre criando situações para a nossa cura. É a expressão do nosso "EU".
O jogo consiste em atravessar os sete estágios determinados pelos nossos principais chakras. Através do transcorrer do jogo vamos obtendo respostas a questões pessoais, levando consciência para os nossos padrões emocionais e mentais, ampliando, assim, a percepção de nós mesmos.



O que vc ganha ao participar de uma sessão de Maha Lilah?

- CLAREIA problemas pessoais e visualiza que direção seguir;
- CAPTA a essência do processo de mudança;
- TRANSFORMA seus medos e obstáculos em insights;
- RECONHECE suas habilidades e sua contribuição pessoal para o Universo;
- DESCOBRE novos caminhos para elevar seus relacionamentos;
- RECEBE amor, inspiração e apoio no Caminho da Vida.
- Acessa a intuição superior e a sabedoria interna;
- Alcança um estado de clareza que possibilita tomar decisões mais sabiamente;
- Ajuda a superar bloqueios, medos, crenças limitantes e emoções negativas do aprendizado vivido a cada jogada;

- Conhece pessoas especiais que estão na mesma busca de evolução e desenvolvimento;





Venha com roupa confortável, de preferência clara ou colorida, não beba álcool nem coma carne no dia do evento e se puder, traga um caderno e caneta para anotar suas ideias e insights durante o evento.



Compreender nossa limitação é o primeiro passo para podermos encontrar as verdadeiras respostas às nossas mais íntimas perguntas!
Esteja aberto para acolher o jogo, para deixar o Maha Lilah falar com você. Tenho certeza que você se surpreenderá…



“O herói não tem certezas, mas segue onde tem Coração e Presença”.

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Maha Lilah - O Jogo da Autoconsciência